segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Amor tão forte como a morte



O amor verdadeiro é a “chama de Jah”. Por quê? 
Porque esse amor se origina de Jeová. 
Foi ele quem nos dotou da capacidade de amar. 
É uma chama inextinguível. O Cântico de Salomão 
ilustra belamente que o amor entre um homem e uma 
mulher pode ser “tão forte [infalível] como a morte”. 

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Incertezas da vida.


Em vista das incertezas da vida e da incapacidade humana de mudar certas leis fixas, Salomão nos dá o conselho acima. Portanto, o melhor proceder a adotar é prosseguirmos diligentemente com os nossos trabalhos, não deixando que as incertezas nos preocupem a tal ponto, que prejudiquem nossa atividade, quer sejam empenhos espirituais, quer trabalho secular ou atos de generosidade.

sábado, 19 de novembro de 2011

Como encontrar felicidade



Qual é o segredo da felicidade?
▪ Jesus falou sobre felicidade nas primeiras palavras do seu mais famoso sermão. Ele disse: “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual.” (Mateus 5:3) O que ele quis dizer com isso? O que é necessidade espiritual?
Para viver, precisamos respirar, comer e beber, como os animais. Mas para sermos felizes temos uma necessidade que os animais não têm: entender o objetivo da vida. Apenas o Criador da vida pode preencher essa necessidade. Por isso, Jesus disse: “O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.” (Mateus 4:4) Os que estão cônscios de sua necessidade espiritual são felizes porque se achegam a Jeová, o “Deus feliz”, e ele lhes dá algo essencial para a felicidade: uma esperança. — 1 Timóteo 1:11.
Como Jesus deu esperança?
▪ “Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra”, disse Jesus. (Mateus 5:5) Ele deu esperança à humanidade por curar doentes e ressuscitar pessoas para viver novamente onde viviam, na Terra. Também transmitiu uma mensagem de esperança. Ele explicou: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” (João 3:16) As pessoas que obedecem a Deus terão vida eterna na Terra. Consegue se imaginar vivendo entre pessoas de temperamento brando sem nunca envelhecer? Não é de admirar que a Palavra de Deus diz: “Alegrai-vos na esperança.” (Romanos 12:12) Jesus também falou sobre como encontrar felicidade hoje.
Que modo de vida feliz Jesus ensinou?
▪ Jesus deu conselhos práticos sobre assuntos como relacionamento humano, casamento, humildade e o conceito correto sobre coisas materiais. (Mateus 5:21-32; 6:1-5, 19-34) Seguir esses conselhos o ajudará a encontrar felicidade.
Ser generoso resulta em felicidade. (Atos 20:35) Por exemplo, Jesus disse: “Quando ofereceres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos; e serás feliz, porque eles não têm nada com que te pagar.” (Lucas 14:13, 14) Os que se preocuparem, não apenas com a sua própria felicidade, mas também com a de outros, serão felizes.
Qual é a maior fonte de felicidade?
▪ Se você fizer coisas pelos outros poderá ser feliz, mas se fizer coisas para Deus poderá ser mais feliz ainda. Até mesmo a felicidade de pais que amam seus filhos e que se orgulham deles não se compara a isso. O que aconteceu numa ocasião quando Jesus ensinava em público deixa isso claro. “Certa mulher, dentre a multidão, levantou a sua voz e disse-lhe: ‘Feliz é a madre que te carregou e os peitos em que mamaste!’ Mas ele disse: ‘Não, antes: Felizes são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam!’” — Lucas 11:27, 28.
O próprio Jesus encontrou satisfação e felicidade em fazer a vontade de seu Pai celestial. A vontade de Deus é que as pessoas aprendam sobre a esperança de vida eterna. Certa vez, depois de explicar essa esperança a uma pessoa interessada em sua mensagem, Jesus disse: “Meu alimento é eu fazer a vontade daquele que me enviou.” (João 4:13, 14, 34) Você também pode ter a felicidade de fazer o que agrada a Deus por transmitir verdades bíblicas a outros.


Fonte: W 01/08/2010

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Alegre-se com o Que Deus Provê - Eclesiastes 3


Eclesiastes 3

1 Para tudo há um tempo determinado, sim, há um tempo para todo assunto debaixo dos céus: 2 tempo para nascer e tempo para morrer; tempo para plantar e tempo para desarraigar o que se plantou; 3 tempo para matar e tempo para curar; tempo para derrocar e tempo para construir; 4 tempo para chorar e tempo para rir; tempo para lamentar e tempo para saltitar; 5 tempo para lançar fora pedras e tempo para reunir pedras; tempo para abraçar e tempo para manter-se longe dos abraços; 6 tempo para procurar e tempo para dar por perdido; tempo para guardar e tempo para lançar fora; 7 tempo para rasgar e tempo para costurar; tempo para ficar quieto e tempo para falar; 8 tempo para amar e tempo para odiar; tempo para guerra e tempo para paz. 9 Que vantagem tem o realizador naquilo em que trabalha arduamente?
10 Vi a ocupação que Deus deu aos filhos da humanidade para se ocuparem nela. 11 Tudo ele fez bonito no seu tempo. Pôs até mesmo tempo indefinido no seu coração, para que a humanidade nunca descobrisse o trabalho que o [verdadeiro] Deus tem feito do começo ao fim. 12 Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; 13 e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus.
14 Vim saber que tudo o que o [verdadeiro] Deus faz mostrará ser por tempo indefinido. Não há nada a acrescentar-lhe e não há nada a subtrair-lhe; mas, o próprio [verdadeiro] Deus o fez para que as pessoas tivessem medo por causa dele.
15 O que veio a ser, já tem sido, e o que virá a ser, já veio a ser; e o próprio [verdadeiro] Deus continua a procurar aquilo pelo qual há empenho.
16 E além disso, vi debaixo do sol o lugar do juízo onde havia iniqüidade e o lugar da justiça onde havia iniqüidade. 17 Eu mesmo disse no meu coração: “O [verdadeiro] Deus julgará tanto o justo como o iníquo, pois há um tempo para todo assunto e referente a todo trabalho ali.”
18 Eu é que disse no meu coração, com respeito aos filhos da humanidade, que o [verdadeiro] Deus vai selecioná-los, para que vejam que eles mesmos são animais. 19 Pois há um evento conseqüente com respeito aos filhos da humanidade e um evento conseqüente com respeito ao animal, e há para eles o mesmo evento conseqüente. Como morre um, assim morre o outro; e todos eles têm apenas um só espírito, de modo que não há nenhuma superioridade do homem sobre o animal, pois tudo é vaidade. 20 Todos vão para um só lugar. Todos eles vieram a ser do pó e todos eles retornam ao pó. 21 Quem é que conhece o espírito dos filhos da humanidade, se ele vai para cima; e o espírito do animal, se ele vai para baixo, para a terra? 22 E eu vi que não há nada melhor do que o homem alegrar-se com o seu trabalho, porque este é seu quinhão; pois, quem o fará entrar para ver o que vai ser após ele?


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Alegre-se com o Que Deus Provê


Qual é então o proceder aconselhável a seguir? Salomão recomenda obter usufruto sadio da vida, ver o bem resultante do trabalho árduo, em vez de tentar em vão alterar o que Deus proveu. Lemos as suas palavras adicionais: “Vim saber que não há nada melhor para eles do que alegrar-se e fazer o bem durante a sua vida; e também que todo homem coma e deveras beba, e veja o que é bom por todo o seu trabalho árduo. É a dádiva de Deus. Vim saber que tudo o que o verdadeiro Deus faz mostrará ser por tempo indefinido. Não há nada a acrescentar-lhe e não há nada a subtrair-lhe; mas, o próprio verdadeiro Deus o fez para que as pessoas tivessem medo por causa dele.” — Ecl. 3:12-14; 5:18.
Os assuntos humanos, inclusive o nascimento e o falecimento, ocorrem dentro duma estrutura humanamente imutável. Isto continuará enquanto servir ao propósito de Deus. Portanto, evidentemente, é com referência a haver “um tempo para todo assunto debaixo dos céus” que Salomão disse: “Vim saber que tudo o que o verdadeiro Deus faz mostrará ser por tempo indefinido.” (Ecl. 3:14) O homem simplesmente não pode fazer nada a respeito do estado das coisas que existem na terra, quer por permissão de Deus, quer por orientação dele. Por exemplo, o poderoso Rei Nabucodonosor foi obrigado a reconhecer: “Todos os habitantes da terra são considerados como simplesmente nada, e ele age segundo a sua própria vontade entre o exército dos céus e os habitantes da terra. E não há quem lhe possa deter a mão ou quem lhe possa dizer: ‘Que estás fazendo?’” (Dan. 4:35) Nenhum esforço de acrescentar ou tirar algo será bem sucedido, visto que a norma geral de vida na terra continua por causa da permissão e do propósito de Deus. O fato de que todo o alcance da obra de Deus, neste campo, não é humanamente compreensível deve encher a humanidade de temor ou espanto reverente.
Ao mesmo tempo, a história humana mostra que, nos acontecimentos na terra, há ciclos repetitivos de nascimento e morte, guerra e paz, riso e choro, e assim por diante. Estes ciclos repetitivos ligam o passado com o presente e o futuro. Por isso, Salomão podia dizer: “O que veio a ser, já tem sido, e o que virá a ser, já veio a ser.” As suas próximas palavras, porém, não são tão facilmente entendíveis. Salomão declarou: “O próprio verdadeiro Deus continua a procurar aquilo pelo qual há empenho.” (Ecl. 3:15) Isto se pode referir ao fato de que os iníquos amiúde fazem empenho de perseguir os justos. Deus ‘procura’ o bem de seus servos, e, visto que exerceu e exerce pleno controle sobre o passado, o presente e o futuro, pode fazer com que os perseguidores iníquos sejam apanhados pelos seus males e pode executar justiça a favor dos justos. Ou pode significar que, embora os ciclos repetitivos continuem e não pareça haver nada de novo, podemos ter a certeza de que Deus, não obstante, faz empenho de executar seu bom propósito. Portanto, embora o homem possa ser incapaz para controlar certas circunstâncias, o Altíssimo sempre pode resolver os assuntos nos melhores interesses de seus servos obedientes.
Isto é consolador, porque neste mundo imperfeito não se deve esperar que os homens façam justiça em cada caso. Salomão descreveu muito bem esta situação: “Além disso, vi debaixo do sol o lugar do juízo onde havia iniqüidade e o lugar da justiça onde havia iniqüidade.” (Ecl. 3:16) Espera-se corretamente a justiça por parte dum tribunal. Mas pode haver suborno e parcialidade, tornando impossível que muitos recebam o que lhes é devido. Como podem todas estas injustiças ser retificadas? Salomão responde: “O verdadeiro Deus julgará tanto o justo como o iníquo, pois há um tempo para todo assunto e referente a todo trabalho ali.” (Ecl. 3:17) Portanto, em vez de ficar perturbado com o que acontece no mundo, a pessoa sábia espera pacientemente por Deus, o qual agirá no Seu tempo designado e para o bem duradouro de Seu povo fiel. — 1 Sam. 26:7-10; Sal. 37:12, 13.

O que haverá realmente para nós? — Mat. 19:27.

Parque ecológico - Araras

Um lindo dia para todos.

Rose

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ao homem que é bom diante dele, ele tem dado sabedoria, e conhecimento, e alegria...


Eclesiastes 2

1 Eu é que disse no meu coração: “Ora, vem deveras, deixa-me experimentar-te com alegria. Também, vê o que é bom.” E eis que isso também era vaidade. 2 Eu disse ao riso: “Insânia!” e à alegria: “Que está fazendo esta?”
3 Perscrutei com o meu coração, animando minha carne até mesmo com vinho, ao passo que eu conduzia meu coração com sabedoria, sim, para apoderar-me da estultícia, até que eu pudesse ver o que havia de bom para os filhos da humanidade naquilo que faziam debaixo dos céus, pelo número dos dias da sua vida. 4 Empenhei-me em trabalhos maiores. Construí para mim casas; plantei para mim vinhedos. 5 Fiz para mim jardins e parques, e plantei neles toda sorte de árvores frutíferas. 6 Fiz para mim reservatórios de água para irrigar com eles a floresta em que crescem árvores. 7 Adquiri servos e servas, e vim a ter filhos dos da casa. Vim a ter também gado, gado vacum e rebanhos em grande quantidade, mais do que todos os que vieram a estar antes de mim em Jerusalém. 8 Acumulei também para mim prata e ouro, bem como propriedade peculiar de reis e de distritos jurisdicionais. Constituí para mim cantores e cantoras, bem como as delícias dos filhos da humanidade, uma dama, sim, damas. 9 E tornei-me maior e aumentei mais do que qualquer outro que veio a estar antes de mim em Jerusalém. Além disso, minha própria sabedoria permaneceu minha.
10 E tudo o que os meus olhos pediram, eu não retive deles. Não neguei ao meu coração nenhuma espécie de alegria, pois meu coração se alegrava por causa de todo o meu trabalho árduo, e isto veio a ser meu quinhão de todo o meu trabalho árduo. 11 E eu, sim, eu me virei para todos os meus trabalhos que minhas mãos tinham feito e para a labuta em que eu tinha trabalhado arduamente para a realizar, e eis que tudo era vaidade e um esforço para alcançar o vento, e não havia nada de vantagem debaixo do sol.
12 E eu é que me virei para ver sabedoria, e doidice, e estultícia; pois o que pode fazer o homem terreno que entra depois do rei? A coisa que já se fez. 13 E eu é que vi que há mais vantagem na sabedoria do que na estultícia, do mesmo modo como há mais vantagem na luz do que na escuridão.
14 Quanto àquele que é sábio, tem os olhos na cabeça; mas o estúpido está andando em profunda escuridão. E também eu é que vim a saber que há um só evento conseqüente que sucede eventualmente a todos eles. 15 E eu mesmo disse no meu coração: “Um evento conseqüente igual a este para o estúpido sucederá eventualmente a mim, sim, a mim.” Então, por que é que me tornei sábio, extremamente assim naquele tempo? E falei no meu coração: “Também isto é vaidade.” 16 Porque não há mais recordação do sábio do que do estúpido, por tempo indefinido. Nos dias que já estão entrando, todos já estão esquecidos; e como morrerá o sábio? Junto com o estúpido.
17 E odiei a vida, porque o trabalho que se tem feito debaixo do sol tem sido calamitoso do meu ponto de vista, pois tudo era vaidade e um esforço para alcançar o vento. 18 E eu é que odiei toda a minha labuta em que trabalhava arduamente debaixo do sol, que eu deixaria atrás para o homem que viria a suceder-me. 19 E quem sabe se ele se mostrará sábio ou estulto? No entanto, assumirá o controle sobre toda a minha labuta em que trabalhei arduamente e em que mostrei sabedoria debaixo do sol. Também isto é vaidade. 20 E eu mesmo me voltei para fazer meu coração desesperar de toda a labuta em que tinha trabalhado arduamente debaixo do sol. 21 Pois há um homem cujo trabalho árduo foi com sabedoria, e com conhecimento, e com proficiência, mas ao homem que não trabalhou arduamente em tal coisa se dará o quinhão daquele. Também isto é vaidade e uma grande calamidade.
22 Pois, o que é que o homem vem a ter de todo o seu trabalho árduo e do esforço de seu coração com que trabalha arduamente debaixo do sol? 23 Porque todos os seus dias sua ocupação significa dores e vexame, também durante a noite seu coração simplesmente não se deita. Também isto é mera vaidade.
24 Para o homem não há nada melhor [do] que comer, e deveras beber, e fazer sua alma ver o que é bom por causa do seu trabalho árduo. Isto também tenho visto, sim eu, que isto procede da mão do [verdadeiro] Deus. 25 Pois, quem come e quem bebe melhor do que eu?
26 Pois, ao homem que é bom diante dele, ele tem dado sabedoria, e conhecimento, e alegria, mas ao pecador tem dado a ocupação de ajuntar e de recolher, apenas para dar àquele que é bom diante do [verdadeiro] Deus. Também isto é vaidade e um esforço para alcançar o vento.



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Sobre o que Deus dá ao justo e ao iníquo, Eclesiastes 2:26 diz: “Ao homem que é bom diante dele, ele tem dado sabedoria, e conhecimento, e alegria, mas ao pecador tem dado a ocupação de ajuntar e de recolher, apenas para dar àquele que é bom diante do verdadeiro Deus.”
O homem bom, por causa da aplicação da orientação provida pelo Criador, torna-se sábio e entendido. Fica habilitado a usar seus recursos e sua capacidade em harmonia com a sabedoria e o conhecimento, e isto contribui para a sua felicidade. Se não fosse pela sua relação com Deus, não teria esta genuína sabedoria, conhecimento e alegria. De modo que se pode mesmo dizer que Jeová Deus lhe tem dado “sabedoria, e conhecimento, e alegria”.

Fazei para vós amigos por meio das riquezas injustas, para que, quando estas vos falharem, vos recebam nas moradias eternas. — Luc. 16:9.

Parque Ecológico - Araras
Tenham todos um lindo dia!

Rose

domingo, 13 de novembro de 2011

Todas as torrentes hibernais correm para o mar, contudo, o próprio mar não está cheio.


Eclesiastes 1



1 As palavras do congregante, filho de Davi, rei em Jerusalém. 2 “A maior das vaidades”, disse o congregante, “a maior das vaidades! Tudo é vaidade!” 3 Que proveito tem o homem de toda a sua labuta em que trabalha arduamente debaixo do sol? 4 Uma geração vai e outra geração vem; mas a terra permanece por tempo indefinido. 5 E também o sol raiou e o sol se pôs, e vem ofegante ao seu lugar onde vai raiar.
6 O vento vai para o sul e faz o giro para o norte. Gira e gira continuamente em volta, e o vento retorna logo aos seus giros.
7 Todas as torrentes hibernais correm para o mar, contudo, o próprio mar não está cheio. Ao lugar de onde correm as torrentes hibernais, para lá elas voltam a fim de sair correndo. 8 Todas as coisas são fatigantes; ninguém pode falar disso. O olho não se farta de ver, nem o ouvido se enche de ouvir. 9 Aquilo que veio a ser é o que virá a ser; e o que se tem feito é o que se fará; de modo que não há nada de novo debaixo do sol. 10 Existe algo de que se possa dizer: “Vê isto; isto é novo”? Já tem existido por tempo indefinido; o que veio à existência é de tempo anterior a nós. 11 Não há recordação de gente de outrora, nem haverá dos que virão a ser mais tarde. Não se mostrará haver recordação nem mesmo daqueles entre os que virão a ser ainda mais tarde.
12 Eu, o congregante, vim a ser rei sobre Israel em Jerusalém. 13 E pus meu coração a buscar e a perscrutar a sabedoria em relação a tudo o que se tem feito debaixo dos céus — a ocupação calamitosa que Deus tem dado aos filhos da humanidade para se ocuparem nela. 14 Vi todos os trabalhos que se faziam debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e um esforço para alcançar o vento.
15 Aquilo que foi feito torto não pode ser endireitado, e aquilo que é carente é que não se pode contar. 16 Eu é que falei com o meu coração, dizendo: “Eis que eu mesmo aumentei grandemente em sabedoria, mais do que qualquer outro que veio a estar antes de mim em Jerusalém, e meu próprio coração tem visto muita sabedoria e conhecimento.” 17 E passei a empenhar meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer a doidice, e vim a conhecer a estultícia, que isto também é um esforço para alcançar o vento. 18 Porque na abundância de sabedoria há abundância de vexame, de modo que aquele que incrementa o conhecimento incrementa a dor.

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Que caminho percorre o ciclo da água?
Os filósofos gregos ensinavam que a fonte da água dos rios não era a chuva, mas sim a água dos mares que, de alguma forma, fluía de debaixo da Terra para o topo das montanhas, tornando-se fonte de água fresca. Um comentário bíblico afirma que Salomão apoiava esse conceito. Considere as seguintes palavras inspiradas de Salomão: “Todas as torrentes hibernais correm para o mar, contudo, o próprio mar não está cheio. Ao lugar de onde correm as torrentes hibernais, para lá elas voltam a fim de sair correndo.” (Eclesiastes 1:7) Será que Salomão realmente quis dizer que a água do mar era de alguma forma levada ao interior das montanhas para se tornar a fonte dos rios? Para responder a essa pergunta, vejamos em que os conterrâneos de Salomão acreditavam sobre o ciclo da água. Será que o pensamento deles a respeito disso era moldado por falsos conceitos?
Menos de um século depois da época de Salomão, o profeta de Deus, Elias, mostrou que sabia de que direção devia esperar a chuva. Nos seus dias, houve no país uma grande seca de mais de três anos. (Tiago 5:17) Jeová Deus causou essa calamidade ao seu povo porque eles o haviam rejeitado em favor do deus da chuva cananeu, Baal. Mas Elias ajudou os israelitas a se arrepender e, por isso, ele estava agora disposto a orar pedindo chuva. Enquanto orava, Elias pediu a seu ajudante que olhasse “na direção do mar”. Elias ficou sabendo que sua oração havia sido respondida quando foi informado de que ‘subia do mar uma nuvem pequena, como a palma da mão dum homem’. Logo, “os próprios céus se enegreceram com nuvens e vento, e começou a haver um grande aguaceiro”. (1 Reis 18:43-45) Assim, Elias mostrou que conhecia o ciclo da água. Ele sabia que nuvens se formariam acima do mar e seriam sopradas sobre a Terra Prometida por ventos que viriam do leste. Até hoje, esse é o método que proporciona chuva para a terra.
Cerca de cem anos após Elias ter orado pedindo chuva, um humilde lavrador chamado Amós destacou um detalhe importante sobre a fonte do ciclo da água. Amós foi usado por Deus para profetizar contra os israelitas que oprimiam os pobres e adoravam deuses falsos. Para que não fossem mortos por Deus, Amós os exortou a ‘buscar a Jeová e continuar vivendo’. Daí, ele explicou que apenas Jeová devia ser adorado, porque Ele é o Criador, “Aquele que chama as águas do mar, para derramá-las sobre a superfície da terra”. (Amós 5:6, 8) Mais tarde, Amós repetiu esse maravilhoso fato sobre o ciclo da água e sua direção. (Amós 9:6) Assim, Amós mostrou que os oceanos são a fonte principal das chuvas da Terra.
Esse fato foi cientificamente comprovado por Edmond Halley, em 1687. Mesmo assim, levou tempo para que outros aceitassem as evidências mostradas por Halley. “A idéia de que existe um sistema circulatório no interior da Terra, por meio do qual a água do mar é levada até o topo das montanhas e lá descarregada, continuou até o início do século 18”, declara a Encyclopædia Britannica Online. Hoje, a verdade sobre a direção do ciclo da água é de conhecimento geral. A mesma fonte explica: “As águas do mar evaporam, depois se condensam na atmosfera, caem na Terra em forma de precipitação e finalmente correm nos rios de volta para o mar.” Fica claro então que as palavras de Salomão sobre o ciclo da chuva, registradas em Eclesiastes 1:7, se referem ao mesmo processo envolvendo nuvens e chuva.

Fonte: G 01/01/2009