segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Tinham também João por assistente. — Atos 13:5.


João Marcos usou bem os seus anos de solteiro na juventude. Ele, sua mãe Maria e seu primo Barnabé foram alguns dos primeiros membros da congregação de Jerusalém. É possível que a família de Marcos tivesse boa condição financeira, pois tinha casa própria na cidade e pelo menos uma serva. (Atos 12:12, 13) Mas, mesmo com essas vantagens, o jovem Marcos não era egoísta nem vivia só para os prazeres. Tampouco se contentava em estabelecer-se e levar uma confortável vida familiar. É provável que seu companheirismo desde cedo com os apóstolos tenha criado nele o desejo de ser missionário. Assim, ele juntou-se animadamente a Paulo e Barnabé na sua primeira viagem missionária na qualidade de assistente. Mais tarde, viajou com Barnabé e, tempos depois, o encontramos servindo com Pedro em Babilônia. (Atos 15:39; 1 Ped. 5:13) Marcos granjeou uma excelente reputação como pessoa disposta a ministrar e a fazer mais no serviço de Deus. 
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Perseguirão também a vós. — João 15:20.


Muitos cristãos que no passado ou no presente enfrentaram e venceram perseguição relatam que, no auge das provações, sentiram paz interior, que é um dos aspectos do fruto do espírito santo de Deus. (Gál. 5:22) Essa paz, por sua vez, os ajudou a proteger o coração e as faculdades mentais. Sim, Jeová usa sua força ativa para capacitar seus servos a superar as provações e a agir com sabedoria diante da adversidade. Observadores muitas vezes ficaram admirados com a determinação do povo de Deus de se manter íntegro mesmo quando cruelmente perseguido. As Testemunhas de Jeová pareciam imbuídas de uma força sobre-humana, e de fato estavam. O apóstolo Pedro nos garante: “Se fordes vituperados pelo nome de Cristo, felizes sois, porque o espírito de glória, sim, o espírito de Deus, está repousando sobre vós.” (1 Ped. 4:14) Sermos perseguidos por defender normas justas indica que temos a aprovação divina. — Mat. 5:10-12.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Esta é a confiança que temos nele, que, não importa o que peçamos segundo a sua vontade, ele nos ouve. — 1 João 5:14.


Para os tímidos, comentar nas reuniões pode ser um verdadeiro desafio. Se esse for o seu caso, talvez ajude lembrar-se de que sua situação não é incomum. Até mesmo servos fiéis de Deus, como Moisés e Jeremias, expressaram falta de confiança na sua capacidade de falar em público. (Êxo. 4:10; Jer. 1:6) No entanto, assim como Jeová ajudou aqueles servos do passado a louvá-lo publicamente, ele ajudará você a oferecer sacrifícios de louvor. (Heb. 13:15) Como você pode receber a ajuda de Jeová para vencer seu receio de dar comentários? Primeiro, prepare-se bem para a reunião. Daí, antes de ir ao Salão do Reino, ore a Jeová e peça especificamente que ele lhe dê coragem para comentar. (Fil. 4:6) Você estará pedindo algo que é ‘segundo a vontade de Deus’, de modo que poderá confiar que ele atenderá sua oração. — Pro. 15:29. 
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Não estejais ansiosos de coisa alguma. — Fil. 4:6.


Por causa de sua fé, o apóstolo Paulo superou muitas adversidades que ameaçavam a sua vida. (2 Cor. 11:23-28) Como ele se manteve equilibrado e estável emocionalmente nessas circunstâncias provadoras? Por confiar em Jeová e sempre orar. Durante o período de prova que pelo visto culminou no seu martírio, Paulo escreveu: “O Senhor estava perto de mim e me infundiu poder, para que, por meu intermédio, se efetuasse plenamente a pregação e todas as nações a ouvissem; e fui livrado da boca do leão.” (2 Tim. 4:17) Assim, Paulo podia garantir aos seus irmãos que não havia necessidade de ‘ficarem ansiosos por coisa alguma’. (Fil. 4:6, 7, 13) Às vezes, pode parecer que as nossas orações não estão sendo atendidas — pelo menos, não na hora ou do modo como esperamos. Se assim for, sem dúvida deve haver um bom motivo. Jeová sabe qual é, mas talvez fique claro para nós apenas no futuro. De uma coisa, porém, podemos estar certos: Deus não abandona os que lhe são fiéis. — Heb. 6:10. 
w11 15/1 5:15, 17


quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Fica parado e mostra-te atento às obras maravilhosas de Deus. — Jó 37:14.


As adversidades podem assumir muitas formas — revés financeiro, perda de emprego, desastre natural, morte de uma pessoa amada, doença, e assim por diante. Visto que vivemos em “tempos críticos” é de esperar que mais cedo ou mais tarde todos nós venhamos a sofrer algum tipo de provação. (2 Tim. 3:1) Quando isso ocorrer, é importante não entrar em pânico. O espírito santo pode nos fortalecer para superar qualquer tipo de adversidade. Jó sofreu sucessivas adversidades. Ele perdeu seu meio de vida, seus filhos, seus amigos, sua saúde, e sua esposa deixou de confiar em Jeová. (Jó 1:13-19; 2:7-9) O que ajudou Jó a suportar suas provações? E o que pode nos ajudar a suportar as nossas? O seguinte: lembrar e meditar a respeito das várias manifestações do espírito santo e do poder de Jeová. (Jó 38:1-41; 42:1, 2) Talvez nos lembremos de períodos em nossa vida em que vimos evidências do interesse de Deus por nós pessoalmente. Ele ainda se interessa por nós.
 w11 15/1 5:13, 14



quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

De modo algum te deixarei e de modo algum te abandonarei. — Heb. 13:5.


Será que a sua atitude para com “o mundo” e “as coisas no mundo” reflete sua total confiança em Deus? (1 João 2:15-17) São as riquezas espirituais e os privilégios de serviço relacionados com o Reino mais desejáveis e importantes para você do que as coisas que o mundo oferece? (Fil. 3:8) Você se esforça em manter um ‘olho singelo’? (Mat. 6:22) Naturalmente, Deus não quer que você seja imprudente ou irresponsável, em especial se tiver uma família para cuidar. (1 Tim. 5:8) Mas ele com certeza espera que seus servos confiem plenamente nele — não no agonizante mundo de Satanás. Por exemplo Roy e Petina, que ainda têm uma filha em casa, decidiram trabalhar menos no serviço secular a fim de poderem servir no ministério de tempo integral.“Nós éramos pioneiros antes de termos nosso filho e nossa filha, e nunca perdemos o desejo de ser pioneiros” diz Roy. “Assim, quando nossos filhos cresceram, voltamos ao ministério de tempo integral. Dinheiro algum pode se comparar com as bênçãos que temos recebido.” 
w11 15/3 2:13, 16



terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós. — João 13:35.



Jesus ordenou que seus discípulos mostrassem amor abnegado entre si. (João 13:34) Esse amor seria seu sinal identificador. Ele também os exortou: “Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem.” (Mat. 5:44) Além de ensinar seus discípulos a respeito do amor, Jesus lhes mostrou também o que deviam odiar. Foi dito sobre ele: ‘Amou a justiça e odiou o que é contra a lei [iniquidade].’ (Heb. 1:9; Sal. 45:7) Isso mostra que temos de desenvolver não só amor à justiça, mas também ódio ao pecado, ou ao mal. Vale mencionar que o apóstolo João disse especificamente: “Todo aquele que pratica o pecado está também praticando o que é contra a lei, e assim o pecado é aquilo que é contra a lei.” (1 João 3:4) Portanto, como cristãos, é bom nos perguntar: ‘Odeio o mal?’ 
w11 15/2 4:1-3






segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Por ter [Jesus] mesmo sofrido, ao ser posto à prova, pode vir em auxílio daqueles que estão sendo postos à prova. — Heb. 2:18.


A experiência de Jesus como humano contribuiu muito para habilitá-lo como Rei. O apóstolo Paulo escreveu: “Ele estava obrigado a tornar-se igual aos seus ‘irmãos’ em todos os sentidos, para se tornar sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas referentes a Deus, a fim de oferecer sacrifício propiciatório pelos pecados do povo.” (Heb. 2:17) Visto que Jesus foi “posto à prova”, ele pode ser compreensivo com os que sofrem provações. A sua compaixão ficou evidente durante seu ministério terrestre. Doentes, incapacitados, oprimidos — até mesmo crianças sentiam-se à vontade na sua presença. (Mar. 5:22-24, 38-42; 10:14-16) Os mansos e espiritualmente famintos também se sentiam atraídos a ele. Por outro lado, da parte dos orgulhosos, dos arrogantes e dos que ‘não tinham neles o amor de Deus’ ele enfrentou rejeição, ódio e oposição. — João 5:40-42; 11:47-53.
 w10 15/12 3:9



sábado, 15 de dezembro de 2012

Tornai-vos constantes inabaláveis, tendo sempre bastante para fazer na obra do Senhor, sabendo que o vosso labor não é em vão em conexão com o Senhor. — 1 Cor. 15:58.


Analisar o texto diário juntos e participar na adoração em família são ótimas oportunidades para unificar o modo de pensar e os objetivos da família. Além disso, trabalhem como casal no ministério e, se possível, sirvam juntos como pioneiros, mesmo que suas circunstâncias permitam fazer isso só por um mês ou um ano. Uma irmã que serviu como pioneira com o marido disse: “O ministério era um dos modos de passarmos tempo juntos e conversarmos de verdade. Visto que tínhamos o mesmo objetivo de ajudar outros em sentido espiritual, senti que éramos de fato uma ‘dupla’. Eu me senti mais achegada a ele não só como marido, mas também como bom amigo.” Ao trabalharem juntos em objetivos meritórios, seus interesses, prioridades e hábitos aos poucos se harmonizarão até que, como Áquila e Priscila, vocês cada vez mais pensarão, sentirão e agirão como “uma só carne”. — Gên. 2:24. 
w11 15/1 2:14


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O que corresponde a isso salva-vos também agora, a saber, o batismo. — 1 Ped. 3:21.


Como você explicaria o objetivo do batismo? Alguns talvez pensem que é para evitar cair no pecado. No entanto, o batismo não é um contrato que o impede de fazer coisas que secretamente gostaria de fazer. Você deve ser batizado apenas quando estiver bem ciente do que significa ser Testemunha de Jeová e certo de que está preparado para assumir essa responsabilidade. (Ecl. 5:4, 5) Outra razão para ser batizado é que Jesus encarregou seus seguidores de ‘fazer discípulos, batizando-os’. (Mat. 28:19, 20) O batismo é também um passo importante para quem deseja ser salvo. Mas isso não significa que o batismo é como uma apólice de seguro que você adquire como proteção em caso de desastre. Em vez disso, você se submete ao batismo porque ama a Jeová e deseja servi-lo de todo o coração, alma, mente e força. — Mar. 12:29, 30. 
w10 15/11 3:12, 13


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Confiai em Jeová para todo o sempre, pois em Jah Jeová está a Rocha dos tempos indefinidos. — Isa. 26:4.


Pergunte-se: ‘Conheço Jeová tão bem a ponto de confiar totalmente nele? Encaro o futuro com confiança, ciente de que Deus tem o pleno controle?’ Uma coisa é confiar em Jeová no caso de sua promessa do Paraíso ou da ressurreição — coisas que ansiamos. Mas algo bem diferente é confiar nele em questões morais, estar totalmente convicto de que se submeter aos seus caminhos e padrões é o proceder correto e trará real felicidade. O Rei Salomão escreveu esta exortação: “Confia em Jeová de todo o teu coração e não te estribes na tua própria compreensão. Nota-o em todos os teus caminhos, e ele mesmo endireitará as tuas veredas.” (Pro. 3:5, 6) Observe a referência a “caminhos” e “veredas”. De fato, todo o nosso modo de viver — não só a nossa esperança cristã — deve refletir confiança em Deus. 
w11 15/3 2:4, 5




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Em amor fraternal, tende terna afeição uns para com os outros. Tomai a dianteira em dar honra uns aos outros. — Rom. 12:10.


Paulo escreveu essas palavras a cristãos ungidos, todos os quais adotados como filhos pelo mesmo Pai, Jeová. Assim, num sentido muito significativo, eles eram uma unida família. (Rom. 12:5) Portanto, os cristãos ungidos nos dias de Paulo tinham realmente uma forte razão para respeitar uns aos outros. O mesmo se aplica aos ungidos hoje. Que dizer dos que são das “outras ovelhas”? (João 10:16) Embora ainda não tenham sido adotados como filhos de Deus, eles podem de direito chamar um ao outro de irmão ou de irmã porque formam uma unida família cristã mundial. (1 Ped. 2:17; 5:9) Assim, se os das outras ovelhas sabem exatamente o que significa usar os termos “irmão” ou “irmã”, eles têm também uma forte razão para ter sincero respeito pelos seus companheiros de adoração. — 1 Ped. 3:8.
 w10 15/10 3:8, 9



segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Argucioso é aquele que tem visto a calamidade e passa a esconder-se. — Pro. 22:3.


A que tentações você tem de resistir? Seria prudente meditar em como um passo em falso pode levar a outro e, então, a uma transgressão séria. (Tia. 1:14, 15) Pense na mágoa que um ato de infidelidade causaria a Jeová, à congregação e à sua família. Uma consciência limpa, porém, resulta da lealdade aos princípios divinos. (Sal. 119:37) Sempre que enfrentar testes assim, esteja decidido a orar pedindo força para resistir. Satanás procura ocasiões convenientes para testar a nossa integridade. Por isso, é vital nos mantermos fortes em sentido espiritual. Satanás muitas vezes ataca quando percebe que seu alvo está no ponto mais vulnerável. Então, é quando nos sentimos cansados ou desanimados que devemos, mais do que nunca, pedir a Jeová sua ajuda protetora e seu espírito santo. — 2 Cor. 12:8-10.
 w11 15/1 4:9, 10



domingo, 9 de dezembro de 2012

Por favor, tem prazer nas ofertas voluntárias de minha boca, ó Jeová. — Sal. 119:108.


Pregar com zelo prova nosso amor a Jeová e nosso desejo de ter sua aprovação. Veja, por exemplo, como o profeta Oseias exortou os israelitas que haviam adotado a adoração falsa e perdido o favor de Deus. (Ose. 13:1-3) Oseias lhes disse que implorassem: “Que tu [Jeová] perdoes o erro; e aceita o que é bom, e nós ofereceremos em troca os novilhos de nossos lábios.” (Ose. 14:1, 2) O novilho era o animal mais caro que um israelita podia oferecer a Jeová. Assim, “os novilhos de nossos lábios” referiam-se a palavras sinceras e bem pensadas proferidas em louvor do Deus verdadeiro. Como Jeová encarava os que ofereciam tais sacrifícios? Ele disse: “Amá-los-ei de minha própria vontade.” (Ose. 14:4) Aos que lhe ofereciam tais sacrifícios de louvor, Jeová concedia perdão, aprovação e amizade. Louvar a Jeová publicamente sempre foi um aspecto importante na adoração verdadeira.
 w11 15/2 2:14-16



quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa, e eles têm de tornar-se uma só carne. — Gên. 2:24.


Jeová Deus, o Originador do casamento, com certeza merece nosso respeito. Como Criador, Soberano e Pai celestial, ele é corretamente descrito como Aquele que confere “toda boa dádiva e todo presente perfeito”. (Tia. 1:17; Rev. 4:11) A Bíblia aponta o casamento como uma dessas ‘boas’ dádivas de Deus. (Rute 1:9; 2:12) Ao realizar o primeiro casamento, Jeová deu ao casal, Adão e Eva, instruções específicas sobre como ser bem-sucedidos. (Mat. 19:4-6) Assim como aquele primeiro casal, muitas pessoas hoje tomam decisões conjugais dando pouco ou nenhum valor às orientações de Jeová. Alguns são contra o casamento, ao passo que outros tentam redefini-lo para adequá-lo aos seus próprios desejos. (Rom. 1:24-32; 2 Tim. 3:1-5) Eles desconsideram o fato de que o casamento é uma dádiva de Deus, e que, ao desrespeitá-la, desrespeitam também seu originador, Jeová Deus.
 w11 15/1 2:1-3

Tenha um lindo dia
Rose

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O próprio jarro grande de farinha não se esgotará e a própria bilha pequena de azeite não ficará carente. — 1 Reis 17:14.


Tudo que a viúva se Sarefá tinha como alimento era “um punhado de farinha num jarro grande e um pouco de azeite numa bilha pequena”. Ela achava que não tinha o suficiente para dividir com o profeta e lhe disse isso. (1 Reis 17:8-12) Ainda assim, Elias insistiu que ela primeiro fizesse para ele “um pequeno bolo redondo”, garantindo que Jeová proveria alimento para ela e para seu filho. A questão com que a viúva se confrontava envolvia mais do que apenas decidir o que fazer com a sua última porção de alimento. Será que confiaria que Jeová salvaria tanto a ela como a seu filho, ou será que ela daria primazia às suas necessidades materiais em vez de buscar a aprovação e a amizade de Deus? Todos nós estamos diante de uma questão similar. Estaremos mais interessados em ganhar a aprovação de Jeová do que em buscar segurança material? Temos todos os motivos para confiar em Deus e servi-lo. E podemos tomar algumas medidas para buscar sua aprovação. 
w11 15/2 2:1-3