quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Glória a Deus nas maiores alturas, e na terra paz entre homens de boa vontade. — Luc. 2:14.


Já havia anoitecido. Pastores estavam no campo, vigiando seus rebanhos. Como ficaram surpresos quando o anjo de Jeová apareceu e a glória de Deus reluziu em volta deles! O anjo fez uma proclamação espantosa: “Não temais, pois, eis que vos declaro boas novas duma grande alegria que todo o povo terá, porque hoje vos nasceu . . . um Salvador, que é Cristo, o Senhor.” Esse seria o Messias. (Luc. 2:8-14) Os pastores poderiam encontrar a criança numa manjedoura em uma cidade próxima. De repente, “uma multidão do exército celestial” começou a louvar a Jeová, dizendo as palavras do texto de hoje. Mas como os pastores poderiam aprender mais e convencer outros de que o bebê mencionado pelo anjo seria o Messias designado por Jeová? Por examinar profecias das Escrituras Hebraicas e compará-las com as atividades e a vida dessa criança. 
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

[Comprai] para vós todo o tempo oportuno. — Efé. 5:16.


Podem, como família, dedicar mais tempo ao ministério? Será que poderiam se esforçar em vencer o receio de dar testemunho por telefone, nas ruas ou no comércio? E que tal trabalhar onde há mais necessidade de publicadores do Reino? Poderia alguém da família aprender um novo idioma para levar as boas novas a pessoas de outra nacionalidade? Como chefe da família, identifique as áreas em que ela poderia progredir espiritualmente. Daí, estabeleça alvos específicos para atingir esse objetivo. Os alvos que fixarem como família devem ser realísticos e de acordo com as suas circunstâncias e habilidades. (Pro. 13:12) Talvez possam ver menos televisão e, assim, ter mais tempo para fins espirituais. Esforcem-se para atingir os alvos estabelecidos para a família. (Gál. 6:9) A família que busca alvos espirituais torna seu progresso “manifesto a todos”. — 1 Tim. 4:15. 
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

As boas novas são, de fato, o poder de Deus para a salvação. — Rom. 1:16.


‘Gosto de falar das boas novas todos os dias.’ Você talvez já tenha pensado ou falado algo assim. Como devotada Testemunha de Jeová, você sabe como é importante pregar as “boas novas do reino”. Talvez saiba de cor a profecia de Jesus a respeito dessa nossa atividade. (Mat. 24:14) Ao pregar as “boas novas do reino”, você dá continuidade ao que Jesus iniciou. (Luc. 4:43) Um dos pontos que você sem dúvida destaca é que Deus em breve intervirá nos assuntos humanos. Com a “grande tribulação” ele acabará com a religião falsa e eliminará da Terra a perversidade. (Mat. 24:21) É provável que você enfatize também que o Reino de Deus restaurará o Paraíso na Terra para que a paz e a felicidade possam florescer. De fato, as “boas novas do reino” são parte das “boas novas [declaradas de antemão] a Abraão, a saber: ‘Por meio de ti serão abençoadas todas as nações.’” — Gál. 3:8. 
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos. — 1 Tes. 5:6.


Referindo-se ao “grande e atemorizante dia de Jeová”, o apóstolo Paulo escreveu aos cristãos em Tessalônica: “Irmãos, não estais em escuridão, de modo que aquele dia vos sobrevenha assim como a ladrões, porque todos vós sois filhos da luz e filhos do dia. Não pertencemos nem à noite nem à escuridão.” Paulo acrescentou: “Assim, pois, não estejamos dormindo assim como fazem os demais, mas fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos.” (Joel 2:31; 1 Tes. 5:4-6) O conselho de Paulo aos tessalonicenses é especialmente oportuno para os cristãos que vivem no “tempo do fim”. (Dan. 12:4) Com a aproximação do fim deste mundo mau, Satanás está decidido a desviar do serviço de Deus o maior número possível de adoradores verdadeiros. É bom, portanto, levarmos a sério a exortação de Paulo de nos manter espiritualmente vigilantes. Para que uma família cristã fique desperta, é importante que cada membro assuma sua responsabilidade bíblica.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Todas as coisas que são de séria preocupação, . . . continuai a considerar tais coisas. — Fil. 4:8.


Vivemos num mundo que atravessa um dos períodos mais difíceis e trágicos na história humana. Para os que não têm uma sólida base espiritual, enfrentar com êxito estes “tempos críticos, difíceis de manejar”, pode ser quase impossível. (2 Tim. 3:1-5) Eles contam apenas com as suas próprias forças para lidar com o dia a dia — com pouco sucesso. Num esforço de não levar a vida a sério demais, muitos recorrem ao fluxo constante de atrações do mundo do entretenimento. Nem é preciso dizer que o mundo valoriza demais o ‘amor aos prazeres’. (2 Tim. 3:4) Essa ênfase na diversão pode ameaçar a nossa espiritualidade. (Pro. 21:17) Com boas razões, portanto, as cartas do apóstolo Paulo a Timóteo e a Tito incluem conselhos sobre seriedade. Seguir esses conselhos nos ajudará a contra-atacar a frivolidade com que o mundo encara a vida. — 1 Tim. 2:1, 2; Tito 2:2-8. 
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sábado, 12 de janeiro de 2013

[Jeová] faz . . . vinho que alegra o coração do homem mortal. — Sal. 104:14, 15.


Na Bíblia inteira há declarações indicando que Jeová não deseja apenas que vivamos, mas também que tenhamos prazer na vida. Realmente, Jeová faz o solo produzir cereais, azeite e vinho para o nosso sustento. Mas o vinho também “alegra o coração”. Ele vai além do que é estritamente necessário para sustentar a vida e aumenta a nossa alegria. (Ecl. 9:7; 10:19) Sim, Jeová deseja que sejamos felizes, de coração cheio de “bom ânimo”. (Atos 14:16, 17) Portanto, não há motivo para nos sentir culpados se de vez em quando programamos algum tempo para ‘observar atentamente as aves do céu’ e os “lírios do campo”, ou para outras atividades que nos revigoram e enriquecem a nossa vida. (Mat. 6:26, 28; Sal. 8:3, 4) Uma vida plena e prazerosa é uma “dádiva de Deus”. (Ecl. 3:12, 13) Considerar o lazer como parte dessa dádiva nos moverá a usá-lo de um modo que agrade Àquele que nos deu essa dádiva. 
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Não fiques justo demais. — Ecl. 7:16.


Embora estejamos decididos a manter um conceito sério sobre a nossa vida e a nossa adoração, todos nós podemos nos empenhar em ter um conceito equilibrado sobre nós mesmos — não nos levar a sério demais. Encarar as coisas com certa leveza pode abrandar momentos de tensão no lar, no trabalho ou nos tratos com os irmãos. Os membros de família desejarão evitar ser tão críticos a ponto de desgastar o seguro refúgio de paz que o lar deve ser. Na congregação, todos podem aprender a contribuir para um clima leve e bem-humorado, mantendo edificantes e positivas as conversas e o modo de ensino. (2 Cor. 13:10; Efé. 4:29) Hoje, vivemos num mundo que não leva a sério a Jeová nem as Suas leis. Em contraste com isso, o povo de Jeová se preocupa muito com a obediência e a lealdade ao seu Deus. Que enorme prazer é pertencer a essa grande associação de pessoas que adoram a Jeová! 
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Por um só ato de justificação resulta para homens de toda sorte serem declarados justos para a vida. — Rom. 5:18.


No que diz respeito a este texto, certo tradutor da Bíblia explicou: “A metáfora retrata Deus como juiz que tomou uma decisão em favor do acusado, que fora levado perante a corte de Deus, por assim dizer, sob a acusação de se encontrar na condição de injusto. Mas Deus absolve o acusado.” Com que base o justo “Juiz de toda a terra” podia absolver uma pessoa injusta? (Gên. 18:25) Estabelecendo o fundamento, Deus amorosamente enviou seu Filho unigênito à Terra. Jesus fez a vontade de seu Pai com perfeição, apesar de tentações, extrema zombaria e abusos. Ele manteve a integridade a ponto de morrer numa estaca de tortura. (Heb. 2:10) Ao sacrificar sua vida humana perfeita, Jesus ofereceu um resgate que poderia livrar, ou redimir, do pecado e da morte a descendência de Adão. — Mat. 20:28; Rom. 5:6-8. 
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Se vos guardardes cuidadosamente destas coisas, prosperareis. — Atos 15:29.


Nem todos os que querem tomar decisões por nós desejam o nosso mal. Amigos bem-intencionados talvez insistam em que sigamos seus conselhos. Mesmo que não moremos mais com os nossos pais, é provável que alguns familiares se preocupem muito com o nosso bem-estar e talvez queiram continuar a se envolver em importantes decisões que enfrentamos. Como no caso de tratamento médico, por exemplo. A Bíblia condena claramente o mau uso do sangue. (Atos 15:28, 29) Outros assuntos de saúde, porém, não têm regras tão incisivas e exigem que cada pessoa decida que tratamento vai aceitar ou rejeitar. Os nossos entes queridos talvez tenham fortes opiniões sobre esses assuntos. No entanto, ao tomar decisões nesses casos, todo cristão batizado precisa levar “sua própria carga” de responsabilidade. (Gál. 6:4, 5) O nosso interesse maior é manter uma boa consciência perante Deus, não perante homens. — 1 Tim. 1:5.
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Amados, continuemos a amar-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus, e todo aquele que ama tem nascido de Deus e obtém o conhecimento de Deus. — 1 João 4:7.


O apóstolo Paulo fez referência a uma manifestação do amor de Deus pelas pessoas quando disse que Jeová é “Deus de todo o consolo”. (2 Cor. 1:3) Jesus demonstrou esse amor quando fez o que estava predito na profecia de Isaías. (Isa. 61:1, 2) Durante todo o seu ministério, ele amorosamente consolou os que pranteavam, dando-lhes incentivo e paz mental. Todos os seguidores de Jesus têm de imitá-lo, consolando os que pranteiam. (1 Cor. 11:1) Paulo disse: “Persisti em consolar-vos uns aos outros e em edificar-vos uns aos outros.” (1 Tes. 5:11) Em especial nós temos de consolar outros, visto que a humanidade agora enfrenta “tempos críticos, difíceis de manejar”. (2 Tim. 3:1) Em todo o mundo, é cada vez mais comum pessoas sinceras se depararem com indivíduos que, por palavras e ações, lhes causam dor, sofrimento e tristeza.
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sábado, 5 de janeiro de 2013

Não nos julguemos mais uns aos outros, mas, antes, tomai esta decisão, de não pordes diante dum irmão uma pedra de tropeço ou uma causa para cair. — Rom. 14:13.


Alguns cristãos em Roma julgavam outros de forma indevida em assuntos de escolha pessoal. (Rom. 14:1-6) Pessoas de ambos os lados da controvérsia foram aconselhadas por Paulo. (Rom. 14:10, 14, 15, 20, 21) Ele disse ‘a cada um deles que não pensasse mais de si mesmo do que era necessário pensar’. (Rom. 12:3) Depois de aconselhar todos eles, Paulo escreveu: “Assim, pois, empenhemo-nos pelas coisas que produzem paz e pelas coisas que são para a edificação mútua.” (Rom. 14:19) Devemos nos perguntar: quando surgem divergências entre irmãos, não deveríamos nós também resolvê-las com gentileza, procurando e aplicando humildemente os conselhos bíblicos? Como no caso dos romanos, ambos os lados de uma controvérsia talvez tenham de fazer ajustes para ‘manter a paz entre si’. — Mar. 9:50.
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

De casa em casa, continuavam sem cessar a ensinar e a declarar as boas novas. — Atos 5:42.


Em fins do século 19 e começo do século 20, certos Estudantes da Bíblia achavam que podiam cumprir seu ministério por proferir discursos. No entanto, mais tarde ficou evidente que Jeová desejava que seu povo se empenhasse em formas diversas de pregar, incluindo o serviço de casa em casa. Alguns oradores públicos bem-sucedidos recusaram-se terminantemente a tentar algo novo. Por fora, pareciam homens de boa espiritualidade, bem devotados ao Senhor. Contudo, diante das claras evidências sobre o que Deus desejava com relação à pregação, os seus reais pensamentos, intenções e motivações vieram à tona. Jeová não se agradou deles. Por isso, não os abençoou. Eles abandonaram a organização. (Mat. 10:1-6; Atos 20:20) Isso não significa que pregar publicamente tenha sido fácil para todos os que permaneceram leais à organização. Muitos acharam desafiador esse trabalho, em especial no início. Mas eram obedientes, e foram muito abençoados por Jeová. 
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

[Os bereanos] eram “de mentalidade mais nobre do que os de Tessalônica, . . . examinando cuidadosamente as Escrituras, cada dia. — Atos 17:11.


Você talvez se pergunte: ‘Será que os cristãos de Tessalônica tinham apreço pela Palavra de Deus?’ A comparação no texto de hoje, porém, era com os judeus tessalonicenses em geral, não com os cristãos. Os que creram ‘aceitaram a palavra de Deus, não como a palavra de homens, mas como a palavra de Deus’. (1 Tes. 2:13) Os anciãos devem ter trabalhado muito para alimentá-los espiritualmente. Hoje, a classe do escravo fiel e discreto providencia ao rebanho de Deus o “alimento no tempo apropriado”. (Mat. 24:45) Sob a direção do escravo, os anciãos locais trabalham muito para alimentar espiritualmente seus irmãos. Para suprir as necessidades espirituais da congregação, os anciãos dedicam horas à preparação de suas partes nas reuniões, a fim de que a matéria designada seja bem apresentada. Já pensou em quanto tempo os anciãos gastam preparando suas partes para as reuniões, assembleias e congressos? 
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013

Acolhei-vos uns aos outros, assim como também o Cristo nos acolheu. — Rom. 15:7.


Milhões de pessoas ‘de todas as nações, tribos, povos e línguas’ reajustaram seu modo de pensar de acordo com ‘a boa, aceitável e perfeita vontade de Deus’. (Rev. 7:9; Rom. 12:2) Muitas delas estavam totalmente afetadas pelos ódios, inimizades e espírito de divisão do mundo de Satanás. Mas, por meio de estudo da Palavra de Deus e com a ajuda do espírito santo, aprenderam a ‘empenhar-se pelas coisas que produzem paz’. (Rom. 14:19) A união resultante dá louvor a Deus. Como podemos pessoalmente contribuir para a paz e união entre o povo de Deus? Em muitas congregações há membros que vieram de outro país. Alguns talvez tenham costumes diferentes ou não falem bem a nossa língua. Procuramos nos achegar a eles? É isso o que a Palavra de Deus recomenda. Existe alguém na sua congregação que você poderia conhecer melhor?
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