segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Não negues o bem àqueles a quem é devido. — Pro. 3:27.

Confusão, depressão, incontinência e perda da audição, da visão e da memória podem ser resultado do envelhecimento; mas esses problemas de saúde talvez possam ser tratados. (Ecl. 12:1-7) Busque ajuda médica assim que um desses problemas surgir. Os filhos talvez precisem tomar a iniciativa nessa questão. Em algum momento, eles talvez tenham de começar a resolver o que antes eram os assuntos pessoais dos pais. Para que os pais recebam os cuidados adequados, os filhos talvez tenham de se tornar seus advogados, secretários, motoristas, e assim por diante. Depois, talvez sejam necessários ajustes em seus cuidados e moradia. Quanto menores as mudanças, mais fáceis serão os ajustes. No entanto, caso os idosos não fiquem seguros sozinhos, talvez seja necessária uma assistência mais permanente. Qualquer que seja a situação, procure descobrir que serviços estão disponíveis localmente. — Pro. 21:5.
 w14 15/3 4:10, 11


sábado, 15 de agosto de 2015

Contigo está a fonte da vida. — Sal. 36:9.


A vida é uma grande dádiva de Jeová. Ao usá-la para fazer sua vontade, recebemos muitas bênçãos agora e temos a perspectiva de vida eterna no novo mundo. (Pro. 10:22; 2 Ped. 3:13) Mas como isso é possível em vista das trágicas consequências da desobediência de Adão? Jeová é de fato o Grande Provisor de incontáveis maneiras. Por exemplo, sua benignidade imerecida o motivou a nos salvar. Todos nós somos pecadores e herdamos a imperfeição. (Rom. 3:23) Apesar disso, Jeová, por amor, abriu caminho para que tivéssemos uma relação achegada com ele. O apóstolo João escreveu: “Por meio disso é que se manifestou o amor de Deus em nosso caso, porque Deus enviou o seu Filho unigênito ao mundo, para que ganhássemos a vida por intermédio dele. O amor é neste sentido, não que nós tenhamos amado a Deus, mas que ele nos amou e enviou seu Filho como sacrifício propiciatório pelos nossos pecados.” — 1 João 4:9, 10. 
w14 15/2 3:6, 7


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Deus opõe-se aos soberbos, .......Tia. 4:6.


A boa comunicação no casamento é como águas tranquilas de um riacho que atravessa um jardim. Ser “humildes na mente” desempenha um papel-chave em manter essas águas fluindo. (1 Ped. 3:8) “A humildade é o caminho mais rápido para resolver divergências porque o move a dizer: ‘Me desculpe’”, diz um irmão casado há 11 anos. O orgulho, no entanto, é tudo menos conciliador. Ele sufoca a comunicação porque elimina tanto o desejo como a coragem de pedir desculpas. Em vez de dizer humildemente “me desculpe; por favor me perdoe”, a pessoa orgulhosa procura se justificar. Em vez de corajosamente reconhecer uma fraqueza, ela aponta para as falhas da outra pessoa. Quando magoada, em vez de buscar a paz, ela se ofende e talvez retalie com palavras duras ou silêncio gélido. (Ecl. 7:9) De fato, o orgulho pode ser fatal para o casamento. w13 15/5 3:13, 14